June 2013
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January 2013
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Máscaras não caíram e cortinas não se fecharam. Tudo foi real. Todas as confidências, brincadeiras e joguinhos. Todos foram gestos verdadeiros. Agradeço por cada segundo que estivestes ao meu lado.
Admito que demorei muito ate aprender a praticar o desapego. E agora que me tornei Phd nisso tem sido dificil me apegar a qualquer pessoa. Confiar se tornou algo impossivel e às vezes acho que não deveria ter-te deixado entrar na minha vida. Mas não pude evitar. Você entrou em mim de repente e foi doce dar inicio àquilo que tivemos e não resistir. Depois de tudo, expulsar-te da minha vida foi algo realmente muito difícil.
Apagar a sua lembrança foi inutil, pois ainda ha provas: algumas linhas com a sua caligrafia, fotografias em que estivéssemos os dois e algumas de suas música preferidas nas minhas playlists. Porém às vezes julgo, enlouquecida, que nem sequer exististisse pois, por teimosia, ainda guardo rancor pelo que você me transformou.
Espero que tenha aprendido comigo como aprendi com você: que seja menos inseguro, ambíguo e ilhado; e acima de tudo, que aprenda a amar com todo o coração. Espero também que você conquiste tudo o que sempre sonhou e que não nos vejamos nunca mais. Te desejo muita boa sorte, você sempre terá minha confiança.
Adeus, de uma vez por todas.
December 2012
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November 2012
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October 2012
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September 2012
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I’ll search if you don’t see it,
you’re thirsty, I’ll be your rain,
you get hurt, I’ll take your pain.” —Gavin DeGrgraw
May 2012
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April 2012
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February 2012
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January 2012
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December 2011
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Acordar ao seu lado e dizer o quanto você fica feio dormindo, tomar café da manhã e voltar pras cobertas. Brincar, rir, brigar por besteiras e depois pedir desculpas. Sair de casa e dançar na chuva. Te abraçar sem motivo e deitar no seu colo. Sorrir quando ver o seu sorriso, e fazer você rir quando você estiver sério. Passar horas na cama com você, cheia de preguiça, com você me abraçando e me protegendo do frio. Rir das suas piadas sem graça, e entortar o rosto quando você falar de música. Beijar seu rosto quando você ficar bravo ou sentir ciúmes e fingir que nada aconteceu. Partilhar com você vontades, segredos, sonhos e pesadelos. Gravar um video comentando algumas lembranças da época de colegio e o quanto estamos felizes. Ouvir você tocar algumas músicas. Tentar cozinhar pra você, uma única vez, e me esforçar ao máximo pra não colocar fogo na casa. Apostar corrida até a sala e depois te fazer cócegas até você pedir pra parar e bater em alguma quina, me fazendo rolar de rir. Depois te deitaria, faria um cafuné e te observaria dormir. Eu poderia passar o resto do meu verão assim.
November 2011
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You are kidding me, right? How can I like someone I don’t even know? I’m not into this kind of websites so I’m sorry… Forget about this obsession ok, sweetie? xx

Ele:
-ok..
-como faz pra abrir seu coração novamente?
Ela:
-é uma boa pergunta viu…
-de inicio, a unica coisa que me veio a cabeça foi ”um milagre”, mas parando mesmo pra pensar, acho que so aprendendo a acreditar nas pessoas denovo, a por fé em alguém sabendo que vai valer a pena. Porque quando realmente vale a pena a gente arrisca viu.. pois é como se a gente nunca mais fosse encontrar ninguém tão digno da nossa confiança..
October 2011
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September 2011
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August 2011
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My thoughts go out to you, my Immortal Beloved
I can live only wholly with you or not at all…
Be calm my life, my all. Only by calm consideration of our existence can we achieve out purpose to live together.
Oh continue to love me, never misjudge the most faithful heart of your beloved.
Ever thine
Ever mine
Ever ours
July 2011
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Qualquer coisa é admitida, menos que não ame com coragem.” —Fabricio Carpinejar

When the weather is cold, that’s when I miss you the most.
The first, the last, my everything
And the answer to all my dreams
You’re my sun, my moon, my guiding star
My kind of wonderful, that’s what you are
I know there’s only, only one like you
There’s no way they could have made two
You’re all I’m living for, your love I’ll keep forevermore
The first, the last, my everything
In you I’ve found so many things
A love so new, only you could bring
Can’t you see it’s you? You make me feel this way
You’re like a first morning dew on a brand new day
I see so many ways that I can love you ‘til the day I die
You’re my reality, yet I’m lost in a dream
The first, the last, my everything
I know there’s only, only one like you
There’s no way they could have made two
Girl, you’re my reality, but I’m lost in a dream
The first, the last, my everything
The Fisrt, The Last, My Everything - Joshua Radin
June 2011
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Apenas a lua olhava para os suspiros perdidos nas questões que confundiam a mente desta garota. Era uma noite primaveril quando ela se deu conta de que Ele nunca a amou. Sentada próxima à penumbra da janela em sua casa de veraneio, seus olhos secos se mostraram distantes, nada esperançosos. Se ela pudesse, o envolveria em meus braços assim, e estaria feito. Até mesmo o mundo poderia acabar naquele momento. Ao invés disso as noites caem e seu desejo não se torna verdade. A luz da lua friamente expõe a tristeza iluminada, ocultando o sonho em seus olhos.
Logo, como um fantasma parte a escuridão na distância Ele surge, em seu Audi r8 e vai para onde a luz está. A armadilha conhecida como sonhos o atraiu até ela. Ele sabia que nada estava acabado. Ainda não tinha terminado.
Ao chegar ao seu encontro, ele veio com as velhas palavras que ela já esperava, afirmando que ele havia chegado a um ponto na história em que ele não conseguiria mais seguir sem ela, não queria deixá-la para trás. Ela negava tudo o que ele dizia, afirmando que não queria mais acreditar em mentiras, que tudo aquilo não passava de uma mera brincadeira para ele e que ela já havia sofrido demais. Ele, perplexo pela atitude da namorada, afirmou “Então eu fico aqui parado esperando que um dia você venha comigo ou que eu me canse de esperar por você? ’’. Ela sentiu os dedos dele no seu rosto e ficou em choque do susto que levou, não conseguiu falar nada e ele ainda com a mão no seu rosto também em choque só deixou escorregar pelo chão. Permaneceu ali sentado olhando para ela parada no mesmo lugar, com a marca de sues dedos na bochecha e lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Ela também não falou nada, não conseguiu falar. Após minutos que mais pareciam eternidades ele quebrou aquele silêncio frio que havia tomado o ambiente de modo enérgico: “Se eu não posso ter você, ninguém mais pode.”.
Ele decidiu se levantar foi ate a cozinha passando pela sala de jantar onde estavam as chaves da mansão, em cima da mesa de cristal. O cheiro de molho queimando na sala era forte, ele decidiu se levantar foi ate a cozinha onde viu as flores, as velas já acesas e um embrulho em cima da mesa. Desligou o fogo e abriu a porta que dava para varanda, pensou no que havia feito com a namorada, com a culpa queimando na consciência. Como ele já conhecia aquela casa há muito tempo, trancou todas as portas e janelas, além de desligar o sistema de vigilância que dava acesso direto com a polícia para que ele pudesse dar início a aquela terrível tragédia de amor e ódio. Ele se dirige à cozinha, onde consegue uma faca e, sem hesitação, se dirige ao quarto da ex para dar inicio ao seu extermínio.
Depois que ele se retirou, ela se deixou cair no chão em prantos, ela o amava com a mesma intensidade ou até mais depois que começaram a namorar, pensou em erros, pensou no que o tinha acusado naquela noite, a bochecha não doía tanto quanto os sentimentos. Ela não poderia continuar a acreditar naquelas mentiras frequentes que já se transformavam em clichês.
Os passos dele eram macios no chão de madeira enquanto se dirigia até sua amada, o que deixava sua presença quase que imperceptível. Ela, sem ter para onde ir, notando que seu sistema de segurança havia sido violado e que todas as saídas estavam bloqueadas, decidiu se esconder em sua casa que mais parecia um labirinto, agora que ela sabia que o namorado estaria transtornado por causa do rompimento. Tomado pelo ódio.
Durante sua procura pelo menos perceptível e mais escuro esconderijo ela sentia a presença dele se aproximando mais e mais enquanto ela escutava ecos em sua cabeça como se alguém lhe recitasse um poema de forma sinistra e sombria: “Sobe o côncavo da lua crescente, o jovem bardo põe-se a cantar. O doce vinho comanda sua mente e suas palavras ressoam pelo ar… ’’. As vozes doíam-lhe a cabeça, como se ela estivesse em seu próprio julgamento no purgatório. E agora que ela pensava em sua fuga daquilo que já teria sido seu grande amor, doía ainda mais. Doía tanto que ele começou a ver coisas. Mas não teria visto. Aquela sombra ao seu lado era de fato a do ex-namorado. Com uma voz delicada e gentil, esse sussurra ao seu ouvido com a sua respiração junto a sua pele: “Olá, minha querida namorada. O que você está olhando com esses olhos que vêem borboletas espalhadas pelo chão?”. Ela fechou seus olhos com força. Tinha que parar de pensar demais. Tinha que focar no que estava prestes a acontecer. Ele segurou seu braço com força impedindo-a de fazer qualquer movimento que pusesse ser inesperado. Ela pensava em gritar enquanto a lâmina que ele carregava consigo se aproximava de seu pescoço. Suas mãos tremiam fracamente enquanto lágrimas não paravam de rolar em seu rosto. “A nossa única certeza na vida é a morte, mesmo assim não nos acostumamos com a perda. Mesmo que parte de nós continue doendo, sabemos que foi melhor do que continuar o sofrimento.” Disse ele com um sorriso traiçoeiro nos lábios, bem devagar, escolhendo as palavras. Parecia que ele sentia na pele tudo o que contava enquanto se dirigiam lentamente à sala de jantar. Naquele exato momento, ela diz ainda hesitante: “Você realmente me amou de verdade? Você realmente chama isso de amor?”. Ele, decepcionado pelas palavras que sua ex lhe dito, afirma: “Por quê você não entende isso? Você não consegue escutar meus gritos?” enquanto, novamente, as vozes que não podiam ser pronunciadas em alto e bons sons recitavam seus versos que para ela se tornavam um martírio: “Sonho tê-la, quero tê-la! És tudo que poderia almejar! Diga-me o que fazer, diga! Darei meu sangue se precisar!”. Sua cabeça voltou a doer, seus olhos ardiam enquanto ela soltava um gemido de desespero, que foram seguidos de soluços indesejáveis. Ela não estava se agüentando dentro de si mesma. Ele se virou calmamente e, olhando-a nos olhos disse “Eu te amo.Sempre te amei.Mas eu simplesmente não posso te deixar para ninguém”.
Por instinto ele apunhalou-a no peito. Num surto de loucura sua mente começa a lutar contra a sua vontade de matá-la, mas nada o impediria de desferir os próximos 3 golpes que teriam um resultado fatal. Seus gritos de dor e desespero ecoavam pelos corredores da casa. Ele deitou próximo ao corpo de sua amada como se ela estivesse a lhe recitar poesias. Com um rápido movimento Ele corta o pescoço dela e o silêncio perdura até que no lugar dos gritos começava um choro. Abraçado ao corpo inanimado, ele cogita o suicídio. Por que ele viveria sendo que agora não tem mais um motivo para acordar e sorrir, sem ninguém para animá-lo quando estivesse triste?
Agora ajoelhado, de cabeça baixa, lágrimas gotejam sobre a lâmina afiada da faca. Tremulamente, ele ergue a faca na altura do pescoço, talvez esta seja a única solução para o fim do seu sofrimento. Com um movimento não muito preciso, ele corta o próprio pescoço.
Ela o amava assim como ele a amava. Ambos no chão vermelho. Agora o silencio reina na mansão. Ele sente o fluxo de sangue escorrendo pela nuca e encharcando o chão e sua camisa. Segurando a mão dela ele faz o seu ultimo pedido mesmo sabendo que ninguém poderia ouvi-lo. “Perdoe-me pelas minhas mentiras.”.
Nesse instante, o casal que há anos começou uma longa jornada pela vida, enfrentando os mais diversos obstáculos, agora estava junto novamente, unido pelo laço da morte.

O espontâneo com o profano, a química com o engano e a raiva com a paixão.
Lhe vi, olhei seus olhos;
Pareceu-me uma estranha.
E não era manha, tipo, jogo.
Acabou-se o fogo, acabou-se.
Tão normal, até sem sal, será possível?
E o mais incrível, olhei você sem medo.
Em meu segredo, não era mais cedo, não era mais.
Incrível como o tempo desfaz.” —J.J.V

“Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. Por exemplo, odeio falar sobre crianças, empregadas e liquidações. Tenho vontade de cometer haraquiri quando me convidam para um chá de fraldas e me sinto esquisita à beça usando um lencinho amarrado no pescoço. Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo.
Quem me vê caminhando na rua, de salto alto e delineador, jura que sou tão feminina quanto as outras: ninguém desconfia do meu anti socialismo interno. Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa, impulsiva e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos.
Tenho um cérebro masculino, como lhe disse, mas isso não interfere na minha sexualidade, que é bem ortodoxa. Já o coração sempre foi gelatinoso. Faz eu dizer tudo ao contrário do que penso: nessas horas não sei onde vão parar minhas ideias viris. Afino a voz, uso cinta-liga, faço strip-tease. Basta me segurar pela nuca e eu derreto, viro pão com manteiga, sirva-se.
Sou tantas que mal consigo me distinguir. Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna, delicada. Acho que sou promíscua. São muitas mulheres numa só, e alguns homens também.”
-Martha Medeiros